sábado, 23 de maio de 2009

OS 10 MANDAMENTOS DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

CHAME as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos é ouvir o seu próprio nome;

FALE com as pessoas. Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dias, quando precisamos de mais “sorrisos amáveis”;

INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Lembre-se de que você não sabe o que os outros sabem. Seja sinceramente interessado pelos outros;

PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar;

PROCURE apresentar um excelente serviço. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros. MELHOR CONHECIMENTO DE SI PRÓPRIO GERA MELHOR CONHECIMENTO DOS OUTROS!

SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o da pessoa e o lado de quem está certo;

SEJA amigo prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo;

SEJA cordial. Fale com toda sinceridade! Tudo o que você fizer, faça-o com todo prazer;

SEJA generoso ao elogiar, cauteloso em criticar. Os líderes elogiam. Sabem encorajar, dar confiança, e elevar os outros;

SORRIA para as pessoas. Lembre-se de que acionamos 72 músculos para franzir a testa, e somente 14 para sorrir.

As pessoas são diferentes umas das outras, procure tratá-las conforme suas características pessoais.

As pessoas não têm nada a ver com seus problemas; portanto, controle sua agressividade, não seja indelicado ou irônico.
Seja agradável.






BIBLIOGRAFIA


1. GABY, Vagner Tadeu dos Santos. Relações Públicas e Humanas Para LÍderes Cristãos. Rio de Janeiro, CPAD,1990.






ESCOLAS DE PENSAMENTOS HUMANOS - APOSTILA DE EVANGELISMO - HERESIOLOGIA

Agnosticismo
O vocábulo ing. Agnosticicism foi forjado em 1869 por Thomas H. Huxley, calcado, por oposição ao gnosticismo, no adjetivo gr. Ágnõstos, “ignorante, incognoscível”. Filosofia naturalista e afeita às coisas e relações da ciência experimental. “É o sistema que ensina que não sabemos, nem podemos saber se Deus existe ou não”. Dizem: a mente finita não pode alcançar o infinito. A frase predileta do agnosticismo é: “não podemos crer”. Um resumo de seu ensino é o seguinte: o ateísmo é menos absurdo, porque ninguém pode provar que Deus não existe.

Animismo
Uma das características do pensamento primitivo, que consiste em atribuir a todos os seres da natureza uma ou varias almas. Segundo Edward Burnett Tylor (1832-1917) é também toda doutrina de índole espiritualista, em oposição ao materialismo. Essa teoria considera a alma como causa primaria de todos os fatos.

Ascetismo
Teoria e pratica da obstinencia e da mortificação dos sentidos. Tem como objetivos assegurar a perfeição espiritual, submetendo o corpo à alma. Há ainda o asceticismo natural (busca da perfeição por motivos independentes das relações do homem com Deus) que foi praticado pela escola pitagórica. É muito praticado pelas religiões e seitas orientais.

Ateísmo

Teoria que nega a existência de um Deus pessoal. Desde a renascença, o termo passou a indicar a atitude de quem não admite a existência de uma divindade. Chamam-se ateus os que não admitem a existência de um ser absoluto, dotado de individualidade e personalidades reais, livre e inteligente.
Ceticismo se caracteriza por uma altitude antidogmática de indagação, que torne evidente a inconsistência de qualquer posição, defendendo uma única posição justa a abstenção de aceitá-las. Foi fundada por Pirro, filosofo grego em 360 a.C.
Ensina que visto que só as sensações, instáveis ou ilusórias, podem ser a base dos nossos juízos sobre a realidade, deve-se praticar o repouso mental em que há insensibilidade e em que nada se afirma ou se nega, de modo a atingir a felicidade pelo equilíbrio e a tranqüilidade. Tais pessoas não vivem, vegetam...

Deismo
O deísmo distingue-se radicalmente do teísmo. Para o teísmo, Deus é autor do mundo, entidade pessoal revelada aos homens, dramaticamente, na história. Para o deísmo, Deus é o principio ou causa do mundo, infuso ou difuso na natureza, como o arquiteto do universo. Elaborado dentro do contexto da chamada religião natural, cujos dogmas são demonstrado pela razão, o conceito deísta de Deus pode confundir-se com o conceito de uma lei, no sentido racional-natural do termo. Trata-se do Deus de todas as religiões e seu conceito não está associado ás idéias de pecado e redenção, providencia, perdão ou graça, considerados “inrracionais”. É antes um Deus da natureza do que um Deus da humanidade e, como um eterno geômetra, mantém o universo em funcionamento, como se fosse um relógio de precisão. O deismo surgiu dentro do contesto dos primórdios do racionalismo sob a influencia de Locke e Newton. Voltaire, um dos maiores contestadores da Bíblia dos últimos tempos, era deista.

Dualismo
Em sentido técnico rigoroso, dualismo significa a doutrina ou o sistema filosófico que admite a existência de duas substâncias, de dois princípios ou de duas realidades como explicação possível do mundo e da vida, mas irredutíveis si, inconciliáveis, incapazes de síntese final ou de subordinação de um ao outro. No sentido religioso são também dualistas as religiões ou doutrinas que admitem duas divindades sendo uma positiva, princípio do bem, e outra, sua oposta, destruidora, negativa, princípio do mal operando na natureza e no homem. Descartes (1596-1650) é quem estabelece essa doutrina no campo da filosofia moderna.

Ecletismo
Sistema filosófico que procura conciliar teses de sistemas diversos conforme critérios de verdade deter­minados. Procura aproveitar o que há de melhor de todos os sistemas. No século XIX o ecletismo espiritualista, que se preocupava com o uso do método introspectivo, deu origem ao chamado espiritualismo contemporâneo.

Empirismo
Posição filosófica segundo a qual todo o conhecimento humano resultaria da experiência (sensações exteriores ou interiores) e não da razão ou do intelecto. Afirma que o único critério de verdade consistiria na experiência. É essa a teoria do "ver para crer".

Epicurismo
Nome que recebe a escola filosófica grega fundada por Epicuro (341-270 a.C.). Afirma o princípio do prazer como valor supremo e finalidade do homem, e prescreve: 1) aceitar todo prazer que não produza dor; 2) evitar toda dor que não produza prazer; 3) evitar o prazer que impeça um prazer ainda maior, ou que produza uma dor maior do que este prazer; 4) suportar a dor que afaste uma dor ainda maior ou assegure um prazer maior ainda. Por prazer entende a satisfação do espírito, procedente de corpo e alma, e nunca de Deus. Buscar prazer e satisfação apenas na saúde ou no intelecto é não ter desejo de encontrar a verdadeira fonte da felicidade.

Esoterismo
Sistema filosófico religioso oculto. Doutrina secreta só comunicada aos iniciados. O esoterismo é ocultista e caracteriza-se pelo estudo sistemático dos símbolos. Há simbologia em tudo o que existe e no estudo dessa simbologia o homem poderá compreender as razoes fundamentais de sua existência. Vem a ser uma ramificação do espiritismo.

Espiritualismo
Denominação genérica de doutrinas filosóficas segundo as quais o espírito é o centro de todas as atividades humanas, seja este entendido por substancia psíquica, pensamento puro, consciência universal, ou vontade absoluta. O Espiritualismo é dualista, pluralista, teista, panteísta e agnóstico. É o espiritismo com um nome mais sofisticado. É doutrina de demônios. Aceita a reencarnação e a evolução do espírito.

Estoicismo
Escola filosófica grega fundada por Zenao de Cítio (334-262 a.C.), sua doutrina e a de seus seguidores. O nome deriva do gr. Stoa (portada) porque Zenão ensinava no pórtico de Pecilo em Atenas. O estoicismo afirma que a sabedoria e a felicidade derivam da virtude. Essa consiste em viver conforme a razão, submetendo-se às leis do universo, a fim de obter-se a imperturbabilidade de espírito (ataraxia).

Evolucionismo
O Evolucionismo é uma filosofia científica que ensina que o cosmos desenvolveu-se por si mesmo, do nada, bem como o homem e os animais que existem por desenvolvimento do imperfeito até chegar ao presente estado avançado. Tudo por meio de suas próprias forças. E preciso mais fé para crer nas hipóteses da Evolução do que para crer nos ensinos da Bíblia; isto é, que foi Deus que criou todas as coisas (Gn 1.1; 1.21, 24,25).

Gnosticismo
Do verbo gr. gnõstikós "capaz de conhecer, conhecedor". Significa, em tese, o conhecimento místico dos segredos divinos por via de uma revelação. Esse conhecimento compreende uma sabedoria sobrenatural capaz de levar os indivíduos a um entendimento completo e verdadeiro do universo e, dessa forma, à sua salvação do mundo mau da matéria. Opõe-se radicalmente ao mundo e ensina a mortificação do corpo e a rejeição de todo prazer físico. É panteísta e, segundo a tradição, deve-se a Simão Mago com o qual o apóstolo Pedro travou polêmica em Samaria a sua difusão no meio cristão.

Humanismo
É a filosofia que busca separar o homem e todo o seu relacionamento, da idéia de Deus. O homem, nessa filosofia, é o centro de todas as coisas, o centro do universo e da preocupação filosófica. O seu surto se verificou no fim do século XIV. Marx é o fundador do humanismo comunista.

Liberalismo
É liberdade mental sem reservas. Esse sistema afirma que o homem em si mesmo é bom, puro e justo. Não há um inferno literal. O nosso futuro é incerto, a Bíblia é falível e Deus é um Pai universal, de todos, logo, por criação somos todos seus filhos, tendo nossa felicidade garantida.

Materialismo
Afirma que a filosofia deve explicar os fenômenos não por meio de mitos religiosos, mas pela observação da própria realidade. Ensina que a matéria, incriada e indestrutível, é a substância de que todas as coisas se com­põem e à qual todas se reduzem e que a geração e a corrupção das coisas obedecem a uma necessidade não sobrenatural, mas natural, não ao "destino", mas a leis físicas. Segundo essa filosofia, a alma faz parte da natureza e obedece às mesmas leis que regem seu movimento e o homem é matéria, como todas as demais coisas.

Monismo
Os sistemas monistas são variados e contraditórios, entretanto têm uma nota comum: é a redução de to­das as coisas e de todos os princípios à unidade. A substância, as leis lógicas ou físicas e as bases do comportamento se reduzem a um princípio fundamental, único ou unitário, que tudo explica e tudo contém. Esse princípio pode ser chamado de "deus", "natureza", "cosmos", "éter" ou qualquer outro nome.

Panteísmo
Do gr. pas, pan, "tudo, todas as coisas". É a doutrina segundo a qual Deus e o mundo formam uma unidade; são a mesma coisa, constituindo-se num todo indivisível. Deus não é transcendente ao mundo, dele não se distingue nem se se­para; pelo contrário, lhe é imanente, confunde-se com ele, dissolve-se nele, manifesta-se nele e nele se realiza como uma só real idade total, substancial.

Pietismo
Teve início no século XVIII através da obra de Philipp Spener e August Francke. Ê uma teoria do protestan­tismo liberal que dá ênfase à correção doutrinária sem deixar lugar para a experiência da fé. Interpreta as doutrinas do Cristianismo apenas à luz da experiência sentimental de cada indivíduo.

Pluralismo
Não é bem uma Escola de Pensamento, mas uma doutrina que aceita a existência de vários mundos ou planos habitados, oferecendo um âmbito universal para a evolução do espírito. Naturalmente, para cada "mundo", um tipo de "deus". É a doutrina desposada pelas filosofias espíritas ou espiritualistas.

Politeísmo
Crença em mais de um Deus. As forças e elementos da natureza são deuses. Há deuses para os sentimentos, para as atividades humanas e até mesmo deuses domésticos. Os hindus têm milhões de deuses que associam às suas diversas religiões.

Positivismo
Doutrina filosófica pregada por Auguste Comte, (1798-1857) que foi inspirado a criar uma religião humanidade. Em 1848 fundou a Sociedade Positivista, da qual se originou a Igreja Positivista. O positivismo religioso ensina que nada há de sobrenatural ou transcendente. Suas crenças são todas baseadas na ciência, com culto, templos e práticas litúrgicas. É o culto às coisas criadas em lugar do Criador.

Racionalismo
A expressão racionalismo deriva substantivo razão e, como indica o próprio termo, é a filosofia que sustenta a primazia da razão, da capacidade pensar. Considera a razão como a essência do real, tanto natural quanto histórico. Ensina que não se pode crer naquilo que a razão desconhece ou não pode esquadrinhar.

Unitarismo
Fundado na Itália por Lélio e Fausto Socino. Segue a linha racionalista de Erasmo de Rotterdan. Filosofia religiosa que nega a divindade de Jesus Cristo, embora o venere. É uma filosofia criada dentro do protestantismo que afirma dentre outras coisas, a salvação de todos. Não crê e toda a Bíblia, no pecado nem na Trindade. Semelhante; Universalismo.

Universalismo
Pensamento religioso da Idade Média que estendia a salvação ou redenção a todo gênero humano É, talvez, o precursor do movimento ecumênico moderno. O centro da história é o povo judeu, por sua aliança com Deus depois, a Igreja cristã. Afirma que a redenção é universalmente imposta a todas as criaturas.


Bibliografia

1. ALMEIDA, A. Sábado, a lei a graça. RJ. CPAD.1980.
2. ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro. CPAD. 1996.
3. CABRAL, J. Religiões Seitas e Heresias. Universal Produções. 1980. Rio de Janeiro.
4. GEORGE A. MATHER, LARRY A. NICHOLS, ALVIN J. SCHMIDT. Dicionário de religiões, crenças e ocultismos. SP. Editora Vida. 2000.
5. HINNLLS, John.R. Dicionário das religiões. SP. Círculo do livro. 1984.
6. LEITE FILHO, Tácito Gama. Seitas Proféticas. JUERP. RJ. 1986.
7. LIÇÕES BÍBLICAS. 2O. TRIMESTRE DE 1997. CPAD.
8. LIMA, Paulo César. Quebra de maldição – uma prática supersticiosa? RJ. CPAD.
9. MESQUITA, Nestor Henrique. Abecedário dos Ismos. Edições Moriá. PI. 2003.
10. SANTANA, Maurício. Religiões um sinal do fim. Planográfica e Editora Ltda. GO 1997.
11. SILVA, Ezequias Soares, da. Lições Bíblicas 2º trimestre de 1997. RJ. CPAD.
12. VAN BAALEN, Jan Karel. O caos das seitas. IBR. SP. 1985.
13. WALKER, L. J. Qual o caminho? Editora vida. Miami, EUA. 1981.

EM QUE CREMOS

As seitas além de mutilarem a Bíblia, rejeitam o Cristianismo histórico-ortodoxo. Suas crenças são oriundas das supostas revelações, subjetivismo, e da mentalidade de seus fundadores e lideres.

A formulação dos credos (Hb 6.1,2)“Credo” vem do latim e significa “creio”. Desde muito cedo na historia do Cristianismo, o credo tornou-se mais que um conjunto de crenças: é uma confissão de fé. Tem como objetivo sintetizar as doutrinas essenciais do Cristianismo para facilitar as confissões públicas, e conservar a doutrina contra as heresias.

Confissão de fé dos judeus
O primeiro credo da Bíblia está em Deuteronômio 6.4: “Ouve ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor”, citado por Jesus como o primeiro de todos os mandamentos (Mc 12.29); ainda hoje é citado pelos judeus religiosos três vezes ao dia.

O Credo dos apóstolos
É o mais antigo dos três principais credos da igreja cristã.
Diz a tradição que ele formulado pelos apóstolos logo após a ressurreição de Jesus, e que cada um deles apresentou um artigo de fé. O texto mais antigo desse credo é datado de 700 d.C. Muitos crêem que este documento constituía a confissão batismal daquela época. “Creio em Deus Pai Todo-poderoso. E em Jesus Cristo seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu do Espírito Santo e da virgem Maria; que foi crucificado sob o poder de Pôncio Pilatos, morto e sepultado; ressuscitou ao terceiro dia; subiu ao céu, e está assentado à mão direita do Pai, de onde há de vir julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na santa igreja; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo”. A igreja Católica Romana, por sua própria conta, acrescentou a “Ave Maria” ao credo original.

Credo de Niceno
O credo de Niceno foi formulado em 325 d.C. Ele contém princípios do credo anterior e novos elementos que lhe dão feição própria.

Credo atanasiano
Ocupa-se da doutrina da Trindade. Todas as suas declarações podem ser confirmadas nas Escrituras. O credo de Atanásio foi formulado em 381 d.C. Ele é muito extenso para ser citado na integra. Citamos apenas alguns artigos.
Vejam:
(3) A fé universal é esta: Adoramos um Deus em trindade, e a trindade em unidade; (4) Não confundindo as Pessoas, nem dividindo as substâncias; (5) Pois existe uma Pessoa do Pai, outra do Filho, e outra do Espírito Santo. (6) Mas a deidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo é toda uma só; a glória é igual e majestade é coeterna. (7) Tal como é o Pai, tal é o Filho e tal é o Espírito Santo. (8) O Pai é incriado, o Filho é incriado, e o Espírito Santo é incriado. (9) O Pai é imensurável, o Filho é imensurável, o Espírito Santo é imensurável. (10) O Pai é Eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno. (11) E, no entanto, não são três eternos, mas há apenas um eterno. (12) Da mesma forma não há três imensuráveis, mas um só incriado e um imensurável. (13) Assim também o Pai é onipotente, o Filho é onipotente e o Espírito Santo é onipotente. (15) Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus. (16) No entanto, ano há três deuses, mas um Deus. (17) Assim o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, e o Espírito Santo é Senhor. (18) Todavia não há três senhores, mas um Senhor. (19) Assim como a veracidade cristã nos obriga a confessar cada Pessoa individualmente como sendo Deus e Senhor; (20) Assim também ficamos privados de dizer que haja três deuses ou senhores...; (26) Mas as três Pessoas são coeternas, são iguais entre si mesmas; (27) De sorte que por meios de todas, como acima foi dito, tanto a unidade na trindade como a trindade na unidade devem ser adoradas.

Confissão de fé das Assembléias de Deus
A Bíblia é a nossa única autoridade em matéria de fé, de doutrina e de condutas. Ela está acima de todos os credos e da tradição. Mas há a necessidade de se formular a nossa confissão de maneira que qualquer pessoa possa em resumo saber e entender o que cremos. Nosso Credo constituiu-se de 14 artigos que aparecem em cada edição do jornal Mensageiro da Paz, p. 2. Ele começa com uma declaração trinitariana: “Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo” (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.2; 2Co 13.13).

Veja nosso Credo religioso:

1) Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29);
2) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17);
3) Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34; At 1.9);
4) Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurar a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
5) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8);
6) No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 3.24-26; 10.13; Hb 5.9; 7.25);
7) No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1; Cl 2.12);
8) Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14; 1Pe 1.15);
9) No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);
10) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade (1Co 12.1-12);
11) Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda – visível e corporal, com sua igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16,17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14);
12) Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10);
13) No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15);
14) E na vida eterna de gozo e de felicidade para os fieis e de tristeza e de tormento para os infiéis (Mt 25.46).

O movimento religioso que o rejeita, e tem aversão pelos credos formulados pela Igreja Cristã nos primeiros séculos, é seita; e, como tal, é inimigo do Cristianismo bíblico e histórico.

O adolescente, Deus e a Família - Apostila

Sumario

1- ADOLESCENTE
Introdução
Definição dos termos
Os principais sinais da adolescência
Definido a adolescência
Seu caráter
Sua personalidade

2- ADOLESCENTE E DEUS
O que Deus requer de um adolescente
Quem esta interessado no adolescente
Seis características do adolescente de Deus
Seis critérios para o adolescente determinar o que é direito

3- O ADOLESCENTE E A FAMILIA
Um pouco sobre temperamento
Comportamento na família
Hereditariedade
Crescimento orgânico
Maturação neurofisiológica
Meio-ambiente
O adolescente e seus instintos
O que os adolescente pensará de seu pai