segunda-feira, 27 de abril de 2009
Como matar uma idéia
Isso não me entusiasma nem um pouco;
A gente já tentou isso antes e não funcionou;
Isso não se adapta ao nosso sistema;
E quem é que vai fazer?
Nós estamos preparados para fazer isso?
Não se mexe em time que está ganhando;
Ah, mas o computador não vai conseguir processar!
Não é do nosso jeito!
É simples demais!
É complicado demais!
Mas até que ponto isso é valido?
Não vai dar tempo de fazer;
Boa idéia, mas implica em alguns custos...;
O que é que isso tem de novo? E daí?
O que isso soluciona, cria de problemas;
Essa não é sua função;
Isso não é trabalho seu;
Por mim tudo bem... Mas...;
Isso não é do meu departamento;
Grande idéia, mas não para nós;
Não vai funcionar...;
Vai pisar no calo de muita gente;
Isso é muito tentador, mas...;
Isso é muito interessante, mas...;
Isso é realmente fantástico, mas...
Estudo biblico
A lei da expiação
A expiação é fundamento da redenção cristã (Gn 3.15; Jo 1.7);
A expiação é fundamento da experiência cristã (Gl 2.20);
A expiação é fundamento da vitória cristã (Ap 5.4-9; 1Jo.38);
A expiação abriu um novo caminho para Deus (Hb 10.19-20).
A lei da convicção
Temos que crer na existência de Deus (Hb 11.6);
Temos que crer na existência do poder de Deus (Gn 17.1; Ef 3.20);
Temos que crer no amor de Deus (Ef 3.17-19);
Temos que crer na presença de Deus (Mt 28.20).
A lei da vontade divina
À vontade expressa na Palavra (1Tm 3.3-4; 1Ts 4.3);
À vontade permissiva (1Sm 8.9);
À vontade mundial, temporal,circunstancial e local (At 16.6-10);
À vontade descoberta (1Jo 5.14; At 20.22-24).
A lei do propósito pessoal
O sentimento do velho homem tem que morrer (Tg 4.3; Sl 66.18);
O homem espiritual deve ser vigoroso (2Co 12.9);
O nome de Deus deve ser glorificado (Mt 6.13; Jo 17.4);
Devemos ter em mente o crescimento do Reino (Mt 9.37-38).
A lei da fraternidade perfeita
Prontos para um ato de amor (1Jo 3.22-23);
Prontos para um ato de perdão (Mt 6.9-15);
Prontos para um ato de comunhão (Mt 18.19).
A lei da fé
A fé nos faz perceber o mundo espiritual (Hb 11.27);
A fé nos faz buscar o aparentemente impossível (Tg 1.6);
A fé nos faz tomar posse do que pedimos (Tg 5.15).
A lei do louvor
O louvor engrandece a Deus (Sl 9.2; 18.3);
O louvor dignifica o homem que o oferece (Mt 21.16);
Deus habita entre os louvores (Sl 22.3).
Liderança Cristã na Evangelição - Módulo II
CONCEITOS BÁSICOS DE LIDERANÇA
O LÍDER
A PERSONALIDADE DE UM LÍDER
COMO IDENTIFICAR UMA LIDERANÇA HÁBIL
O LÍDER E O TRABALHO EM EQUIPE
TÁTICA DO LÍDER NA BUSCA DE SOLUÇÕES
COMO SER MENOS CHEFE E MAIS LÍDER
DELEGAÇÃO
TEORIA DOS ESTILOS DE GRUPOS
Metodologia na Evangelização Pessoal - Módulo l
Sumário
Os Fundamentos Teológicos da Evangelização
A Doutrina Bíblica da Grande Comissão
A Maravilhosa Tarefa de Ser Ganhadores de Almas
Origem, Significado e Tarefa da Homiletica na Evangelização
A Estratégia na Evangelização
Como Evangelizar?
Onde Evangelizar?
Quem Pode Evangelizar?
Quando Evangelizar?
Qualificação Para Quem Vai Evangelizar
As Desculpas Mais Comuns dos Crentes Ao “Ide” Do Senhor
A Ética na Evangelização
As Atitudes Na Evangelização
Evangelização De Massa
O Culto Evangelizante
Cruzada Evangelizante
A Salvação da Alma
O Pecado
Desculpas, Escusas E Objeções Ante o EvangelhoAO “IDE” DO SENHOR
A ÉTICA NA EVANGELIZAÇÃO
AS ATITUDES NA EVANGELIZAÇÃO
EVANGELIZAÇÃO DE MASSA
O CULTO EVANGELIZANTE
CRUZADA EVANGELIZANTE
A SALVAÇÃO DA ALMA
O PECADO
DESCULPAS, ESCUSAS E OBJEÇÕES ANTE O EVANGELHO
Tipos de sermões que atrapalham um culto evangelizante
1. O sermão sedativo
É aquele que parece anestesia geral. Mal o pregador começou a falar e a congregação já está quase roncando. Caracteriza-se pelo tom de voz monótono, arrastado, e pelo linguajar pesado, típico do começo do século, com expressões arcaicas e carregadas de chavões deste tipo: "Prezados irmãos, estamos chegando aos derradeiros meandros desta senda", Porque não dizer: "Irmãos, estamos chegando às últimas curvas do caminho"? Seria tão mais fácil de entender. Ficar acordado num sermão desse tipo é quase uma prova de resistência física. Como dizia Spurgeon:
"Há colegas de ministério que pregam de modo intolerável: ou nos provocam raiva ou nos dão sono. Nenhum anestésico pode igualar-se a alguns discursos nas propriedades soníferas. Nenhum ser humano que não seja dotado de infinita paciência poderia suportar ouvi-los, e bem faz a natureza em libertá-lo por meio do sono".
2.O sermão insípido – Esse sermão pode até ter uma linguagem mais moderna e um tom de voz melhor, mas não tem gosto e é duro de engolir. As idéias são pálidas, sem nenhum brilho que as torne interessantes. Muitas vezes é um sermão sobre temas profundos, porém sem o sabor de uma aplicação contemporânea, ou sem o bom gosto de uma ilustração. É como se fosse comida sem sal. É como pregar sobre as profecias de Apocalipse, por exemplo, sem mostrar a importância disso para a vida prática. O pregador não tem o direito de apresentar uma mensagem insípida, porque a Bíblia não é insípida. O pregador tem o dever de explorar as belezas da Bíblia, selecioná-las, pois são tantas, e apresentá-las a congregação no temor do Senhor.
3. O sermão sedativo – É aquele sermão que diz apenas o que todo mundo já sabe e está cansado de ouvir. O ouvinte é quase capaz de "acertar" o final de cada frase de tanto que já ouviu. É como ficar dizendo que roubar é pecado ou que quem se perder não vai se salvar (é óbvio). Isso é uma verdade, mas tudo o que se fala no púlpito é verdade. Com raras exceções, ninguém diz inverdades no púlpito. O que falta é apenas revestir essa verdade de um interesse presente e imediato.
4. O sermão indiscreto – É aquele que fala de coisas apropriadas para qualquer ambiente menos para uma igreja, onde as pessoas estão famintas do pão da vida. Às vezes, o assunto é impróprio até para outros ambientes. Certo pregador descreveu o pecado de Davi com Bate-Seba com tantos detalhes que quase criou um clima erótico na congregação. Noutra ocasião, uma senhora que costumava visitar a igreja confessou-me que perdeu o interesse porque ouviu um sermão em que noventa por cento do assunto girava em torno dos casos de prostituição da Bíblia, descritos com detalhes. E acrescentou: "Achei repugnante. Se eu quiser ouvir sobre prostituição, ligo a TV". De outra vez, um amigo me contou de um sermão que o fez sair traumatizado da igreja, pois o pregador gastou metade do tempo relatando as cenas horrorosas de um caso de estupro. Por favor, pregadores: o púlpito não é para isso. Para esse tipo de matéria existem os noticiários policiais.
5. O sermão reportagem – É aquele que fala de tudo, menos da Bíblia. Inspira-se nas notícias de jornais, manchetes de revistas e reportagens da televisão. Parece uma compilação das notícias de maior impacto da semana. É um sermão totalmente desprovido do poder do Espírito Santo e da beleza de Jesus Cristo. É uma tentativa de aproveitar o interesse despertado pela mídia para substituir a falta de estudo da Palavra de Deus. Notícias podem ser usadas esporadicamente para rápidas ilustrações, nunca como base de um sermão.
6. O sermão de marketing – É aquele usado para promover e divulgar os projetos da igreja ou as atividades dos diversos departamentos. Usar o púlpito, por exemplo, para promover congressos, divulgar literatura, prestar relatórios financeiros ou estatísticos, ou fazer campanhas para angariar fundos, seja qual for a finalidade, destrói o verdadeiro espírito da adoração e, portanto, atrapalha o culto. A Igreja precisa de marketing, e deve haver um espaço para isso, mas nunca no púlpito. Isso deve ser feito preferivelmente em reuniões administrativas.
7. O sermão metralhadora – É usado para disparar, machucar e ferir. Às vezes a crítica é contra um grupo com idéias opostas, contra administradores da igreja, contra uma pessoa pecadora ou rival ou mesmo contra toda a congregação. Seja qual for o destino, o púlpito não é uma arma para disparar contra ninguém. Às vezes o pregador não tem a coragem cristã de ir pessoalmente falar com um membro faltoso e se protege atrás de um microfone, onde ninguém vai refutá-lo, e dispara contra uma única pessoa, sob o pretexto de "chamar o pecado pelo nome". Resultado: a pessoas ficam ferida, todas as outras, famintas, e o sermão não ajuda em nada.
Às vezes o disparo é contra um grupo de adultos ou de jovens supostamente em pecado. Não é essa a maneira de ajudá-los. Convém ressaltar que chamar o pecado pelo nome não é chamar o pecador pelo nome. Chamar o pecado pelo nome significa orar com o pecador e se preciso chorar com ele na luta pela vitória. A congregação passa a semana machucando-se nas batalhas de um mundo pecaminoso e de uma vida difícil e chega ao culto precisando de remédio para as feridas espirituais, não de condenação por estar ferida. Em vez de chumbá-la com uma lista de reprovações e obrigações, o pregador tem o dever santo de oferecer o bálsamo de Gileade, o perdão de Cristo como esperança de restauração. As obrigações, todo mundo conhece. Nenhum cristão desconhece os deveres do evangelho. Em vez de apenas dizer que o cristão tem de ser honesto, por exemplo, mostre-lhe como ser honesto pelo poder de Cristo. Isso é pregação com poder. Todos esses sermões mencionados acima atrapalham o culto mais do que ajudam. Prejudicam o adorador, prejudicam a adoração. São vazios de poder. Se você quer ser um pregador de poder, busque a Deus, gaste dezenas de horas no estudo da Bíblia antes de pregá-la, experimente o perdão de Cristo e estude os recursos da comunicação que ajudam a chegar ao coração das pessoas.
(fonte: MARINHO, Robson Moura. A Arte de Pregar – A Comunicação na Homilética. São Paulo: VIDA NOVA, 1999. 192 p. p. 20-23.)

