1 - Aumento do número de desviados
Este é o quadro que hoje se verifica, conseqüente natural da falta de discipulado. É óbvio que um bebê, se não for alimentado, morre. Ninguém jamais conseguiu alterar esta lei biológica. No entanto, é assim que muitos tratam os novos crentes: não lhes dão alimento. Por isso, morrem;
2 - Crentes enfraquecidos
Há muitos, em nosso meio, que não sabem a razão de sua fé. Quando confrontados com seu comportamento austero, o máximo que afirmam é que “a igreja proíbe”, ou o “pastor não deixa”. A culpa não é deles. É da igreja que não os ensinou de maneira correta. Faltou, com certeza, discipulado bíblico. Às vezes, crentes enfraquecidos são sinônimos de: falta de atenção, de amor, de carinho, discórdia e a falta de alimentação adequada;
3 - Presas fáceis das heresias
Se não têm como explicar as razões de sua fé, como poderão fazer frente às heresias que batem todo o dia à sua porta? Infelizmente, muitos crentes têm sido tragados, pelas seitas falsas por não terem sido bem ensinados na fé;
4 - Obreiros inconseqüentes
A desnutrição na infância se reflete por toda a vida, mesmo que na juventude sejam tomadas medidas para suprir as deficiências. Crentes antigos e mal formados tiveram origem na falta de discipulado. Por isso, continuarão agindo como crianças na fé, sempre dependendo de “leite”;
5 - Igrejas sem paixão pelas almas
O maior mal da falta de discipulado é que, em razão da ausência de novos crentes, a vida dinâmica da igreja no poder do Espírito Santo vai perdendo sentido, esgota-se o interesse pela salvação das almas e o avivamento morre. Não havendo novos convertidos o crescimento da igreja fica comprometido.
Fonte: Lições Bíblicas


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